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(Este programa foi elogiado por um Instituto de Inteligência Humana na Europa)

PROGRAMA DO GOVERNO DO PRINCIPADO DA FUZETA

N: I
 

E dada a séria situação, em que esto assunto chegou, como é do conhecimento geral: POR CAUSA DESTE COBIÇADO LOCAL, PERTENCENTE A ESTE PRINCIPADO; SENDO UM GRANDE SONHO, PARA UNS CERTOS, SENHORES, QUE PENSAREM EM CONSEGUIR NOS MESMO, GRANDES LUCRES INDEVIDAMENTE, FÁCEIS COMO ESTÁ Á VISTA GERAL: E o que é mais grave é, a passividade das respectivas Tutelas, do Governo da Republica Portuguesa, sobre esta grave situação; por até esta data, ainda não ter sido executada, no seu inteiro Cumprimento, a legitima ordem imanada, do Gabinete do Primeiro Ministro de 6-10-1995, sobre este assunto, sendo as mesmas dirigidas aos Ministérios da Defesa e Ambiente: cujas tutelas eram dignas da minha justa confiança; mas pela continuada ocupação abusiva bem presente levou-me a quase total perda de confiança, sobre os mesmos Ministérios, pelo o assunto em causa: a que me levou optar, também pela seguinte medida preventiva: sendo eu; o Soberano e responsável máximo, deste mencionado Principado da Fuzeta da Rainha D: Maria I: conforme a Real Determinação de 15-3-1999 Com as competências inerentes, sobre este mesmo Principado: E por inerência legitima, e dada a grande urgência de certas medidas indispensáveis, sobre o assunto em causa: resolvi actuar directamente em todas as frentes, com as formas, e regras que, me for mais convenientes; até á composição do elenco Governativo, Deste Principado; actuando desde já dentro dos meus Reais poderes incontestáveis, exercendo todas as pastas da governação que diz respeito a este Principado, incluindo a delicada e principal pasta, a da Justiça de um todo: E também a da PROCURADORIA GERAL da COROA pertencente a este Principado; cujas pastas, passam a reger-se com poderes próprios incontestáveis: «e quem tiver duvidas sobre estes mencionado Poderes Absolutos Incontestáveis, tiras na triste e lamentável situação, que aconteceu sobre os TAVAROS, cujas ordens incontestáveis, foram executadas sobre os Tavaros dadas através da justiça; pelo o então Primeiro Ministro Marquês de Pombal, que derivavam do então Rei de Portugal D. José I, que são as mesmas regras, e normas incontestáveis que se Rege neste mencionado Principado da Fuzeta da R. D. M. I» È já chegada a hora de; «ACTUAR COM AS COMPETÊNCIAS QUE MELHOR SIRVA, COM O MÁXIMO RIGOR, E FIRMEZA» em todo os níveis: já BASTA, pela gravidade, a que esta situação chegou, é um escândalo e uma desonra para Portugal como um Estado de Direito Que é; também, é chegada a hora, da Suprema Justiça deste Principado actuar e sem DÓ, sobre aqueles que usarem em desonrar e espezinhar ; os nomes dos Nobres, e anteriores Soberanos Deste mencionado Principado: È uma das exigências do cumprimento do meu Real Dever; e desde já informar a opinião publica; as razões, que me levaram a tomar estas sérias decisões, sobre as normas e regras que eu tomei, e as que vier a tomar, sobre este Principado Soberano, para a sua devida RECUPERAÇÃO TOTAL da sua soberania, e manutenção «isto é dentro dos seus limites».

N: II
 

Para não haver mais duvidas, sobre este especial assunto, determinei anteriormente dar conhecimento sobre o mesmo, ás Tutelas do Governo da Republica Portuguesa, e publico em geral; um dever que me assiste, por tratar-se de um Enclave livre de qualquer domínio, dentro do Território Português, situado no Algarve; que pelas forças das circunstancias conhecidas, passou a Principado, para a sua total segurança; e também determinei comunicar, a existência de este novo Principado, ás Monarquias, em especial da Europa, para reactivar, os mesmos laços com as mesmas, por este novo Principado derivar da Monarquia Portuguesa; dando conhecimento, aos Países de Língua Oficial Portuguesa:

Há uma reportagem sobre o assunto em causa de 15-3-1997, do jornal «a capital» cuja redacção, tem varias cópias sobre o mesmo, para servir de apoio ás pessoas lesadas em causa, «digo lesadas por indevidamente serem estranhas, e ilegais nos limites deste Principado» e que pretendem reclamar os seus direitos lesados, junto dos Órgãos da tutela do Estado Português, ou Estrangeiro, pessoas essas lesadas, muitas continuam de braços cruzados, pensando que este sério assunto é História; ou talvez porque confiam em falsos defensores, mas um dia, será tarde demais para reaverem os seus legítimos direitos; tutelas essas do Estado Português que continuam a ignorar a sérias responsabilidades, que têm para com essas pessoas lesadas e não só etc, dentro destes limites, e que não podem fugir a elas, por este assunto figurar na incontestável ordem acima mencionada do G. P. M em 6-10-1995; ou querem que seja o Tribunal Internacional a fazer-lhes lembrar? Se assim é, pois vamos por esse caminho que será o mais acertado. A qual, a administração deste Principado, faculta desde já, todas as cópias, dos documentes de prova a essas mesmas pessoas lesadas, se assim o pretenderem.

N: III
 

A qual até esta data, ainda não á contestação alguma sobre assunto em causa; nem do Governo da Republica portuguesa, ou por quem quer que seja, por não existir, base legal para legitimar qualquer contestação sobre o mesmo; por este mencionado assunto ser incontestável como atesta a prova Documental; Este Decreto Régio de DOAÇÃO de 24-11-1794, é uma lei especial, incontestável perante o Direito Português, ou Estrangeiro «como prova o Código civil Português» cuja lei depois passou á norma de Carta Régia, «em 24 de novembro de 1794 extraída do mesmo Decreto Régio de 26-9-1794 da então SUA Majestade a Rainha de Portugal D. Maria I » e todos os documentes e normas, que daí derivam, são Incontestáveis; numa base Real que fico bem claro, porque vem através do Reino, de seu PAI, o então Rei de Portugal D. José I, que pelas regras, e normas Nacionais e Internacionais, tinha Poder Supremo e Absoluto Incontestável, sobre o mesmo Reino, e seus limites: «prova acrescentada na televisão Portuguesa, canal dois no dia 18-7-1999 pelas vinte e duas e trinta horas, na reportagem Horizontes da Memória, pelo Professor José Armando Saraiva, sobre o reinado D. João VI, neto do mencionado, Rei D. José I » Ou seja todas as decisões que eu tomar, que envolvam estes terrenos e seus direitos, «cujas decisões nestes termos são Reais e incontestáveis» e as que vier a tomar sobre os mesmos também; Como por exemplo os ter abrangido na integração em Principado, «por determinação REAL em 15-3-1999» ou outra norma qualquer etc, são também incontestáveis; Passando os mesmos Reais Poderes, aos meus sucessivos SUCESSORES; e continua na mesma, no recém formado Principado da Fuzeta da Rainha D. Maria I: É uma opção que eu pretendo continuar, sem admitir qualquer contestação alguma, venha ela de onde vier...

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