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N: IV
 

Que fico bem claro, para aqueles que não querem contestar pelas regras democráticas, mas teimem contestando pela força, esta Real legitimidade; por ainda continuarem ocupando algumas partes, pertencente a este mencionado local, e também alguns elementos, ao serviço do Governo da Republica Portuguesa que é bem patente, á vista geral, digo com toda a clareza, que é bem patente e pergunte?: quem autorizou a Delegação Marítima da Fuzeta pertencente ao Ministério da Defesa Nacional, a estalar-se neste local? cujo local pertence a este Principado? E não do Governo da Republica Portuguesa? e estão ao serviço de quem? A GNR entra à vontade neste local como fosse Território da soberania do Governo da Republica Portuguesa, ao serviço de quem?, Cujas respostas, pertencem aos senhores Ministros, da Defesa Nacional e Administração Interna, cujos Ministérios pertencem ao Governo da Republica Portuguesa, que tem um Primeiro Ministro com conhecimento real desta situação; « carta de prova enviada em 18-11-1996, ao Gabinete do Primeiro Ministro» E porque não mandam, esses senhores ocupar as Ilhas Canárias que já foram Portuguesas? Porque ai não vão encontrar, um Francisco R. candeias humilde e indefeso, mas sim talvez uma poderosa Esquadra de Guerra Espanhola a fazer-lhes frente, mas este Principado está desarmado sobre armamento de guerra por enquanto, por isso continuam ocupando este local, á vontade sem resistência; é uma cobardia ocupar Territórios alheios, e indefesos, esses senhores sabem bem que não podem ocupar pela via legal, por não haver legitimidade para o fazer; se ao longo de cerca de quinhentos anos, houve várias tentativas de ocupação sobre estas Reais Terras, por Poderosos, e todos tiveram um Fim Mau, com a resposta adequada; E com que intenção? estes HERÓIS do Século Vinte e Um « é o mínimo nome que a esses senhores, que comandam esta indevida Ocupação, devem ser titulados» temam também, em querer legitimar, os seus intentos criminosos ocupando pela força estes Terrenos em causa?; e digo Criminosos e Cubardes com todas as LETRAS, porque têm-se aproveitado da minha Humildade, para ocuparem um património que sou o único, e legitimo SOBERANO, perante 0 Direito Intencional como é do conhecimento geral: será que ainda não perceberam? o que acontece àqueles que ocupam território alheio? E com que direito as tutelas deste mesmo Governo? ainda permitam que se lavrem contratos, licenças de pesca, concessões etc; e escrituras publicas, de varia ordem, como por exemplo de compra e venda, abrangendo uma grande parte sobre, estes mencionados limites Reais?, essas escrituras têm a mesma legitimidade, igual como se fossem nos limites, de Territórios estrangeiros como aqui ao lado, de Espanha, França, ou na Holanda Etc. são nulas essas escrituras; cujas escrituras só serve para os seus detentores conseguirem indemnizações á custa do Estado português e nada mais: Cujos contribuintes Portugueses terão que ter as Costas quentes Infelizmente para este mencionado Fim: E porque, se aprovam projectos ilegais de varia ordem nos mencionados limites em causa? cujas consequências, repito vai custar muitos, e muitos milhões de contes aos contribuintes portugueses em indemnizações sobre estas ilegalidades: Ou há aqui outra história ? ou têm medo de a revelar?, as investigações Nacionais e Internacionais que estão a decorrer a todos os níveis, que vão até ao fim, sobre este escândalo , e não só, não vão poupará ninguém doía a quem doer « nem à minha Mãe haverá Perdão sobre este assunto,» « como diz o ditado popular» a Arvore do tempo também se encarregará de dar o fruto da verdadeira resposta, sobre, e para que fim, que esses mesmos senhores, pretendem, estes mencionados limites pertencentes a este Principado, e também em parte, ocupação do Arraial da Pesca da Armação da Fuzeta, que também me pertence, como único e legitimo proprietário incontestável, por Direito Régio: PROVA acrescentada: « ALVARÁ RÉGIO de 15-1-1773 da REAIS PESCARIAS DO ALGARVE.

N: V
 

Será que esses mesmos senhores, não aprenderam? com a lamentável lição dos acontecimento sobre a ocupação do KUWAIT pelo o IRAQUE? e também a recente sobre o Kosovo? que os Países OCUPANTES eram poderosos, e tiveram que sair pela força Internacional? Etc. Ou pensam que vão silenciar as Instancias Internacionais, como têm silenciado, perante a opinião publica Portuguesa, a Verdade sobre este assunto? Não vão silenciar, que felizmente, já está em esclarecimento na opinião publica; para qualquer Entidade pertencente á Republica Portuguesa, seja de que grau for, que se preste a negar esta verdade Suprema, sobre esta Real causa, pelos factos presentes, nela expostos, e narrados; porque se trata; de «Decretos Especiais que estão ainda em vigor, provas de autenticidade extraídos na TORRO do TOMBO de Lisboa» negar estes mesmos factos, è o mesmo que trair a Soberania do seu próprio Pais, cujos Decretos derivam do mesmo País, que os mesmos estão integrados que é Portugal; estas Especiais Leis não foram feitas, nem assinadas por mim, mas sim, pelos anteriores Soberanos legítimos representantes de PORTUGAL. «Que fico bem claro e entendido»não estou a defender uma causa pessoal, mas sim uma causa NOBRE que deriva da minha INCONTESTÁVEL PÁTRIA PORTUGUESA, e em prol do bem comum, perante o Direito Internacional.

N: VI
 

Os Poderes que pertencem a Este Principado, não provêm de nenhuma ditadura; são legitimamente democráticos, através da CELEBRE Independência de Portugal, perante os sessenta anos de jugo do domínio Espanhol sobre Portugal; da Revolução de 1 de Dezembro de 1640,cujo POVO Português, escolheu o então Rei D. João IV, para governar os destinos de todo o Reino de Portugal, sacrificaram-se milhares de vidas gloriosas, em virtude da justa Liberdade para o bom merecido Povo Português, ao longo de vinte e oito anos de luta com os Espanhóis, em prol dessa inesquecível Independência de Portugal: é bom lembrar na pratica e não no papel apenas; è por essa tão inesquecível Gloriosa Honra, que é a minha REAL luta; para que continue neste mencionado Principado a dominação Portuguesa perpetuamente, mas de uma maneira Honrosa, e não por falsas práticas, que só servirá ao oportunismo de alguns falsos portugueses, profetas do Comodismo vestidos com a capa da Democracia.

N: VII
 

O porquê de eu determinar, destas terras TERRITORIAIS da ATABOEIRA junto à Fuzeta, da Fazenda da Coroa Real Portuguesa, de passar a Principado? com o nome da então Rainha de Portugal D. Maria I.? e não outro domínio qualquer?. É uma justiça em homenagem á grande mulher Portuguesa, que foi a primeira mulher como Rainha a governar Portugal : E sobre o símbolo, da bandeira, que em breve vai ser estiada na sede do mencionado Principado, também determinei este símbolo, em homenagem ao incontestável e glorioso, então Rei de Portugal D. Manuel I. cujo símbolo, fazia parte do seu livro do Diário de horas, portanto é uma justa homenagem, a estes gloriosos Reis, e não ao meu nome. A minha gloria é apenas uma; cumprir o meu Real dever, com justiça, sem olhar a sacrifícios honrando os meus Reais e Ilustres ANTECESSORES, até aos fins dos meus dias; em prol do Bem Comum, penso, que seria essa a vontade, da minha REAL antecessora D. Maria I. que procurou sempre o melhor para o seu amado POVO Português, abolindo a pena de morte; por saber que muitas pessoas eram condenadas inocentes, por vinganças pessoais.

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