Homepage
     História de Francisco
     Factos Históricos
     Documentação:
     Principado da Fuzeta
     Programa do Governo
     Notas de Imprensa
     Livro de Visitas
     Contactos
 |«   «  1 2 3 4 5 6 7 8 ...24  »   »| 
N: XII
 

Fui muito humilhado sobre esta Real história, em defesa de um bom futuro económico; em especial do Povo da Fuzeta, cujo local é quase totalmente imprescindível, para o futuro de muitas pessoas: Só tenho apenas a dizer uma palavra aquelas pessoas que me humilharam, e que ainda residem, nestes meus mencionados limites; Basta, e saem enquanto é tempo, antes que seja tarde de mais: que eu é que tenho vergonha de vós, os vossos, seus senhores Doutores de quem confiaram, e confiam; que lhes dêem um local para residir, que este LOCAL não serve para vós, este é um local de pessoas humildes e honestes, terra de pescadores; cujo titular e actual Soberano também já foi pescador, e com muita Honra; Cujos pescadores da Fuzeta sempre foram pessoas de respeito e honra; alguns Honraram Portugal, pela sua coragem e bravura, não só nos Mares da terra Nova, e Groenlândia, na pesca do Bacalhau, como também nos Descobrimentos Portugueses, como marinheiros recrutados para esse fim, das Armações de Pesca do Algarve, incluindo a da Fuzeta: Quando for possível, vai ser erguido neste Principado um monumento, em Homenagem aos gloriosos Heróis Pescadores da Fuzeta, que já tarda; E não a monumentos, para fins de Tachos Políticos.

N: XIII
 

Como é do conhecimento geral, ao longo de séculos, este local estratégico da Fuzeta, isto é a parte do Principado em causa, e também o local das Pescarias, que também foi anexada ao mesmo Principado, cujos locais adjacentes, e limítrofes sempre dependeram, e dependem varias famílias, na quase total dependência económica, por se tratar, de um porto de Mar, de apoio a um certo valor económico sobre pesca, como turismo etc. Como por exemplo a exportação, de varias, e boas qualidades de peixe, e marisco; cuja exportação, também tem sido, para os Estados Unidos da América do Norte, Espanha, França, Itália ETC; como é do conhecimento geral: quando se fala em cercas na Fuzeta, é referente aos tempos primitivos da seca do peixe nessas ditas cercas, que ainda hoje se processa essa norma, mas com muito menos volume. A que mencionar a celebre Seca de Bacalhau das Pescarias Reais da Fuzeta; dos Navios da Pesca do Bacalhau; da antiga poderosa Companhia das Pescarias Lisbonense, da «Armação do atum da Fuzeta» cujos detentores de certas cercas situadas no local deste mencionado Principado, pagavam, indevidamente grandes contributos á Câmara Municipal de Tavira, em foros, e foi através dessas mesmas cercas, foradas, que deu a orija, ás maiores partes das construções existentes. «provas documentais em meu poder»

N: XIV
 

E não quer deixar de realçar, mais um dos actos históricos, relacionado com este local da Fuzeta, que infelizmente foi mais um que ficou, ao esquecimento, é o seguinte: quando fiz as pesquisas históricas sobre as Pescarias; encontrei o seguinte: Houve uma época, em que os negociantes internacionais faziam grandes negócios com a vendas do atum, para a Grécia, cujos atuns, eram a maioria comprados aqui nas armações estaladas no Algarve. O então Rei de Portugal informado que esses negociantes obteriam, grandes lucres com um produto que era seu, mandou estalar na Grécia, um embaixador só para a venda directa desse mesmo atum, cujas armações da pesca do atum sempre foram propriedade da Coroa Real Portuguesa, como prova o Alvará Régio de 15-1-1773 das Reais Pescarias do Algarve; até ao ano de 1836; a que o seus administradores, passaram a estar instalados, na sede principal, no Arraial da Armação da Fuzeta da Reais Pescarias do atum e outros peixes, cuja sede ainda existe, mas infelizmente um bocado em ruína, em parte, também serviu para a instalação da primeira Escola Primaria Oficial na Fuzeta, por decreto do ano de 1839, era normal e obrigatório, os Arraiais do Pesca do atum, ter uma Escola para os filhos dos seus trabalhadores.

N: XV
 

A conclusão é, que a maioria dessa mesma pesca de venda, derivava da a actual Armação da Pesca da Fuzeta, cujo Arraial da mesma Armação chegaram a trabalhar trezentas e cinquenta pessoas, e também á referencia em 1849,a ferias dos mesmos trabalhadores, desta mesma Armação da Fuzeta, hoje é um crime sem perdão, para aqueles que tem premedito a triste degradação destes dois locais históricos, e económicos, cujos responsáveis, vão ser responsabilizados; a situação abusiva é praticada, em certos limites, também, no actual Principado da Fuzeta da D. Maria I, a mesma situação, ainda se repete, em certos limites, no Arraial da Pesca da Fuzeta das Reais Pescarias do Algarve, a qual sou também único e legitimo proprietário Régio incontestável, em substituição do então Rei de Portugal D. José I. como prova o Alvará de 15-1-1773 das Reais Pescarias do Algarve, e a ESCRIÇÃO 11940 na Conservatória Predial de Olhão, reportagem do Jornal « Postal do Algarve n.270 em 18 a 24 do 1-1-1996. Eu pergunte; Como é que as tutelas do Estado Português, vão resolver, esta situação? sobre as grandes perdas de danos, de varia ordem, que eu tenho sofrido, ao longo de mais de vinte anos, por não me ser possível, por a Armação da pesca do atum da Fuzeta, a pescar no mar que lhe pertence, como sempre pretendia e pretendo; por o Arraial da pesca da Armação da Fuzeta, a qual sou o legitimo Proprietário, continua ocupado abusivamente e de má Fé: Se na costa Espanhola, a Leste da Fuzeta, este ano foram lançadas nove Armações da pesca do atum; Segundo eu próprio presencie, na reportagem da televisão de Espanha, e também as enormes quantidades de atuns, que as mesmas pescavam, cujos atuns de passagem, passam primeiro pela costa do Algarve, vindes no Mar do Norte; chama-se a passagem de direito, nos meses de Abril a Junho, e de volta para os mares do Norte de Inglaterra chama-se de revés: eu pergunte? Se há atuns para as nove Armações nos mares de Espanha, e não haverá atuns para a Armação da Fuzeta ? e por ultima pergunta; quem é democrata? Os que respeitaram as normas do Alvará Régio de 15-1-1773, que em tempo algum, ninguém ousou impedir, o lançamento ao mar desta mencionada Armação: só aqueles senhores, sem escrúpulos, que se dizem grades democratas, que até usam a comunicação social, incluindo a televisão; proclamando aos quatros ventos, que são os únicos detentores deste mencionado local, cujas algumas provas baseiam-se em escrituras de usucapião, aonde esses mesmos senhores sabem perfeitamente que essas mesmas escrituras, são ilegais, por Lei, por haver Decretos em vigor, e registos vinculados.

NETEURO © 2008