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N: XVI
 

Ao saber do seu potencial económico, em especial com a total independência de autonomia própria, que lhe foi dada pela Doação Regia de 26-9-1794, como é do conhecimento geral, dizia eu sabendo desta importante situação; achei que finalmente tinha chegada a hora, de ao Povo da Fuzeta ser-lhe restituído, um Sagrado Direito legado pelo os seus anteriores Soberanos, que lhes foi negado a este mesmo Povo, o pior é que certos senhores que se faziam, e fazem-se passar por seus salvadores, e ao mesmo tempo apedravam-se, do que lhes pertencia sobre os seus direitos, tais como isenção de impostos para com o estado português etc. Como provam as cláusulas da mencionada Doação Regia; desde já reafirmo que não descanso, enquanto não for devidamente devolvidos, toda quantia monetária, até ao ultimo centavo, das mãos do Estado Português; que pertence a este Principado, e ás mencionadas Pescarias da Fuzeta; eu para certos senhores, foi sempre um obstáculo por causa da verdade, sobre este assunto e outros etc.

N: XVII
 

Aqui neste local, nasceram pessoas e morreram e nunca usufruiriam infelizmente, de uma vida mais fácil de sobrevivência, tanto para si e seus familiares, um direito que lhes assistia e assisto, a qual eu como responsável dessa decisão histórica achei por bem, a melhor forma de transformar esses Direitos Reais, em beneficio do bem comum como permiti; é num Principado, que é o mais acertado, e seguro, para fazer a Real justiça a este Povo, para que nunca mais haja vampiros que lhes suga o seu sangue Sagrado digo Sagrado porque este povo sempre viveu num local debaixo da protecção Real dos então Reis de Portugal, e dos de Castela; como prova a demarcação de 27-7-1599: porque neste local só quem tinha, e tem a legitimidade de cobrar impostos era e é o seu proprietário, e não o Estado Português, como vem acontecendo infelizmente , cuja protecção Real não passou do papel.

N: XVIII
 

« Fica aqui um desafio a qualquer historiador que prove se existe em Portugal Continental algum Porto de mar privado com mar próprio Territorial, semelhante a este mencionado local da Fuzeta? Como prova a Real Doação Regia de 26-9-1794: com mar Territorial «código civil Português, n.1 alínea d, e n.2 do Artigo 1386»o porquê, de o legislador por este Artigo no código civil Português?, se o pôs então, é que tinha que reconhecer que há pelo menos estes dois Enclaves dentro do Território Português; que ainda pertencem á parte privada, que deriva da COROA REAL Portuguesa; «o caso presente a mencionada DOAÇÃO REGIA DE 26-9-1794» basta ver aqui um exemplo; desde já desafio os Senhores do Governo da Republica Portuguesa, que têm a responsabilidade desta tutela sobre este mencionado assunto; para terem a coragem e irem á televisão ao publico, e provarem se estão ou não a violar estes preconceitos deste mencionado artigo 1386 do vosso Código Civil português, ao permitirem o abuso que está a verificar-se á vista geral, dentro dos limites desta mencionada situação ? Tenham coragem meus senhores, estes mencionados, artigos são invioláveis como prova «o anterior artigo 1385, que diz; «as águas são publicas ou particulares; as primeiras estão sujeitas ao regime estabelecido em leis especiais e as segundas ás disposições dos artigos seguintes» ás leis especiais é o caso presente» Como está abrangido este mencionado Principado da Fuzeta , que contem também aguas chamadas Publicas, pequena ria, dentro dos seus limites com o Mar Territorial, que vai confinar a Sul com a Mar Territorial do Reino de Marrocos: E aproveito para provar a quem quer que seja; que os Mares Territoriais só podem fazer parte integrante em Estados Soberanos, como menciona as alíneas acima mencionadas «DOAÇÃO REGIA» caso contrário é nulo.

N: XIX
 

E porquê a luta conta mim sobre esta situação, mediante com provas de factos Reais? E mais; o porquê de torcerem a história da Fuzeta ao contrario?» se há escrituras actuais no local da Fuzeta que narram de maneira diferente, vejam exemplo de algumas que diz o seguinte: «no sitio dos Penedos Molhados, confrontando com o caminho dos Penedos Molhados» e porque dizem que o nome da Fuzeta vem de figueiras, se assim fosse havia dezenas de Fuzetas em Portugal, e na Espanha também; porque havia muitos figueirais dispersos, centenas, como ainda trabalhei em alguns, o que havia em abundância próximo a esto local, eram as vinhas, como provam os documentes históricos ETC: quanto á tese de derivar de Foz, também essa tese não bate certo, primeiro, o Ribeiro é de nome o TRONCO, e se fosse por causa de Foz, então como á beira mar no Algarve há varias nascentes de agua, então lá estavam-mos com mais Fuzetas; Aqui a vai a tese verdadeira, de aonde vem o verdadeiro nome ,« FUZETA».

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