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  Decidi esclarecer varias duvidas que há, referente ao Principado da Fuzeta da Rainha D. Maria I, que me pedem também via Internet, vou aqui, transcrever no mais simples possível: em termos jurídicos, em especial.

  Por razões de tempo, não é possível explicar, na televisão, o assunto em causa com exactidão, ás varias mensagem que me têm sido enviadas, também nesse fim, a qual eu agradeço, serão sempre bem vindas.

 N.1

Existem varias pessoas que perguntam, sendo o sistema político português, uma República, conforme atesta a Constituição Portuguesa, como é possível existir o citado Principado da Fuzeta? Como um Estado independente e Soberano? Discutir a existência do Principado da Fuzeta da Rainha D, Maria I; é o mesmo que discutir a existência de Portugal. Cuja base principal, tem for constitucional a nível universal também, por decisão “judicial” «ver os documentos de prova existentes» o documento de raiz em causa: é uma Carta de Doação Régia da então Rainha de Portugal D.Maria I. “Maria Pia” datada de 24-11-1794 – “que fico bem claro” com reconhecimento perpetue, por duas vezes através do Sopremo Tribunal Judicial Português, a nível “UNIVERSAL”uma em 2-3-1795; outra em 17-5-1915, cujo reconhecimento judicial, vai reportar, aos direitos da CASA E ESTADO DA CITADA RAINHA de Portugal. Perante estes factos, nunca foi extinto o Poder Real de Portugal, o “PODER que deu, e dá a “TOTAL AUTONOMIA AO POVO PORTUGUÊS”, em todos os domínios que Portugal, dominou e domina: cuja dadiva divina foi lhes negado indevidamente, desde 1820.
Como prova também o teor da carta enviada, ao Napolião pelo o então Rei de Portugal D. João VI, por causa de mais impostos ao povo português, que o citado Napolião queria impor, a quando da ocupação de Portugal, pelas suas tropas, nos princípios do anos de 1800: cujo protesto o citado Rei diz: (“que não posse impor mais sacrifícios ao povo Português, por os meus poderes serem DIVINOS, é contra ás regras que eu reino”) cuja ida dos Reis com suas famílias, e governo, para o Brasil: deve-se, não apenas para evitar que Portugal, fosse hoje dividido em três principados, mas também para não ser imposto mais sacrifícios desumanos aos portugueses; alem dos já existentes. Cujo Rei não aceitou a citada pretensão do Napolião, “ainda bem”, mas acabou por aceitar as pretensões políticas de alguns senhores que só sonham com o poder a qualquer preço: para fazer a vontade aos tais senhores, os poderes divinos ficaram de lado ai já não houve pecado mortal Cujos resultados desastrosos, ainda hoje nós somos vitimas, por o citado Rei ouvir os concelhos, dos profetas da fome da morte, e não de DEUS.

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