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N.2

Não é de lei, nem o direito internacional reconhece que uns certos senhores, para fins adversos e vaidosos, só por ocuparem lugares públicos, entendem fazer, leis a alienar, o que não pode ser alcançado, é inaceitável.

N.3

O nosso Portugal é semelhante a um grande, e rico proprietário, com vários filhos seus legítimos herdeiros: era normal que os vizinhos, e não só, desse mesmo proprietário, lhe cobiçassem as riquezas da sua casa. Os vizinhos não descansavam em quanto não o consigam, através de planos malignos. Como começa a funcionar o plano? Começam desde logo, a contactar os filhos do citado proprietário, a convence-los a rebelar-se contra o Pai com falsas promessas; a iludir  os filhos mais fracos, em termos culturais, e aqueles, que gostam de viver ás custas dos irmãos, dizendo-lhes, que o vosso pai é um tirano, não lhes dá a mesma liberdade, dos outros pais, da Europa etc.

Até que morre o pai, e redobra ainda mais, as falsa promessas, com festas etc. aos ditos filhos, dizendo-lhe, que lhes arranjavam um paraíso de viver; nunca mais precisavam de trabalhar, que vão ser completamente livres, etc. (“quem continua, a viver num paraíso são os falsos amigos como se vê”) depois lá os convenceram assinar uns tratados a favor desses senhores, como os únicos seus tutores, de toda a Caso do seu Pai assim aconteceu; que dai em diante, eles, é que vão decidir os seus destinos, no lugar dos legítimos herdeiros, em causa da “CASA PORTUGUESESA” como assim aconteceu: os ditos herdeiros assinaram, a posterior.

Depois dos tais tratados assinados, o plano da cobiça estava traçado conforme tinham estudado, cujos vizinhos batiam palmas de contentes, por também entrarem no saque em causa, passados vários anos ou seja quando já havia pouco para saquear, começou desde logo o abandono por parte dos seus tutores; que levou em seguida; os ditos herdeiros a se queixarem do abandono que tinham sido chegado, cuja resposta que eles herdeiros eram analfabetos e precisavam, de cultura, e diplomas ao nível das outras casas etc. para lhes passar toda a representação não eram analfabetos: mas como os tais falsos amigos já tinham conseguido o que lhes interessava, que era a fortuna da Casa Portuguesa, o reste era historia etc. os filhos em causa, eram tratados como cidadões de terceira classe, portanto já tinham perdido os direitos da citada herança, agora, não os conheciam para nada.

Mas alguém disse aos ditos senhores, que havia, um herdeiro mais novo, pertencente á citada Casa que estava, ausente, a apascentar um rebanho de ovelhas, no campo, como o (David que foi Rei de Israel), que não tinha assinado nem pactuado com os tais tratados, cujo herdeiro, era indispensável a sua assinatura, para que os tais tratados fossem completamente validos: os mesmos enviaram logo alguém para entrar em contacto com o filho mais novo, como assim aconteceu, a proporem-lhe uma grande fortuna em dinheiro com a condição de assinar tal documento, e não havia direito a recusa sobe pena de prisão tortura etc. cujos senhores tinham conseguido controlar a totalidade da Casa em causa: cujo filho se recusou tal oferta, ao aceita-la seria colaborar também na destruição da Casa do seu Pai: aceitou enfrenta-los de frente como aconteceu, fizeram passa-lo por, torturas desumanas, hauríveis, foi jogado para dentro de uma cela de uma prisão, queriam injectai-lo, com um medicamento para ficar louco, ameaçaram-lhe interna-lo como louco, tiraram-lhe tudo, começou a viver quase de esmolas, só faltou ir pedir para à por das Igrejas etc. mas Ele resistiu, confiou em Deus, foi abandonado por todos até os mais íntimos.

Certo dia, quando o dito filho apascentava as suas ovelhas, eis que surgiram, umas pessoas, a lhe darem a novidade, que só ele tinha na seu mão a salvação da Casa por lhe ter pertencido de pleno direito, a parte principal da citada Casa, portanto lhe regarem que luta-se para a salvar das agarras dos saqueadores, e não só, quanto antes caso contrario seria uma catástrofe para todos que ainda viviam sobe o seu TETO.

O dito rapaz, ficou em pânico, por causa, dos poderosos, que dominavam, a casa do seu Pai, e para os vencer só com ajuda divina caso contrário, era impossível, vencer tantos “GOLIAS” com uma simples funda: cujo chefe o grande GOLIAS, já tinha a sua “corte” formada para se assentar na Sagrada Cadeira do seu Pai: A Casa do seu Pai seria uma ROSSA de ESCRAVOS.

Mas ele amava muito o seu rebanho, era a sua companhia proferida, desde criança, abandonar o seu rebanho, era a decisão mais difícil de fazer, mas ao mesmo tempo assistia, a fome a miséria a morte dos seus irmãos e sem nada poder fazer, não dormia nem de noite nem de dia, mas tinha o dever de lutar pela causa, que lhe também lhe dizia respeito.

Tinha que escolher e rápido antes que fosse tarde, de mais até que um dia lhe foi ao seu encontre uma rapariga misteriosa, e lhe confortou e lhe disse, vai não temas, eu rezo por ti, eu estarei sempre ao teu lado toma coragem. Que Deus vai-te ajudar, cuja causa é divina, certa noite, olhando para o que tanto amava, foi com aquelas companhias que aprendeu a ser humilde, dormindo o melhor sono, junto ao seu adorado rebanho, e tinha chegado a hora, de dizer adeus, as suas lágrimas se tornavam em sangue, e de seguida. Debruo os seus joelhos, sobre umas ervas, junto ao seu rebanho com os olhos banhados em lágrimas, os ergueu, ao Céu numa noite de luar, e disse, para Deus: Senhor tu que fizeste os Céus e a Terra, e tudo que nela há, ajuda-me, para que consiga salvar a CASA DO MEU PAI Senhor Deus. Cumpre a Tua promessa, que prometeste, aos meus AVÒS sobre a Casa do Meu Pai Senhor, cuja promessa, vem desde do ano da tua Graça de 1140.

No dia seguinte foi pedir a um amigo que levasse o seu rebanho, mas não quis estar presente quando o seu rebanho partiu, cujo desgosto ainda sente.

Lutou com todas as forças possíveis mas conseguiu a resgatar Casa do seu Pai como é do conhecimento também a nível universal, dever cumprido.  

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