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N.4

Eu pergunte? Sendo o citado Principado da Fuzeta, um Estado dos mais legítimos de existir à face da Terra, como se prova pela sua autenticidade comprovativa documentação em vigor, derivando da Nação mais antiga da Europa “PORTUGAL”, como é possível, que haja ainda em pleno «século vinte e um» mentalidade, dos tempos medievais? que sonham ainda em imporem vontades pessoais pela força da armas?. Cujos senhores esquecem-se que quando o poder judicial, reconhece um Estado e seu representante «”o caso presente”» não há arma do mundo, por mais poderosa, que sejam, que possa destruir tal Estado. E quem tentar, é responsabilizado por tal. Assim mandam as regras internacionais também. A razão de certos senhores estarem assustados, a ”JUSTIÇA” já lhes bateu à porta. «Ainda a procissão não saiu do adro, como diz o ditado» EU não sou o S. Francisco de Assis: o meu nome é Francisco do Rosário Candeias.

N.5

Será possível? Que certos senhores em Portugal, ainda continuam a julgar, que em Portugal, a era, ainda é, do ano 1600? Não querem aceitar, que já estamos da “ERA” do nascimento Nosso Senhor Jesus Cristo de 2004?

Cuja mentalidade inquisitória, tem contribuído para que muitos portugueses, estejam ajudar, ao progresso, fora da sua Pátria, especialmente os de uma certa inteligência, como é bem visto pelo mundo.

Se cá em Portugal? Tais portugueses, fossem a por em pratica, ideias que estão a implementar: nos países, de acolhimento? Eram de imediato internados como loucos, e não só; há que ver o meu exemplo, no estrangeiro, foi tratado com todo o respeito mediante aquilo que eu fazia, como é do conhecimento geral, aqui na minha Pátria, sou louco etc. sou louco sim com muita honram, por causa de apresentar ideias, que produzem LEBERDADE, PÂO, e segurança, na parte que eu represente de Portugal: e não imponho a escravidão, através da capa da DOMOCRACIA, que só da em fome, e miséria, a democracia, não se impõe, aos POVOS, CEDE-SE através das liberdades sem reservas; a cada Povo, é uma dadiva, SAGRADA, e DIVINA, e não da pertença do homem.

N.6

Eu fui bem claro: mais uma vez ao público, através, na televisão no dia 20-6-2004, foi por uma compra desconhecida, que eu fiz, em “escritura pública” como prova a publicação em 25-3-1997,pg.n.1,7 do “jornal A Capital”: depois de eu instituir o processo, conforme exige as clausulas, na citada sentença, «”Instruía-se e rejeitou-se o não funcionamento nos autos como se entendeu visto o presente inventario”“ o poder judicial, mediante a verdade dos factos provados, passei a exercer tal alto cargo, eu não pedi: exerce com muita honra repete, fui apanhado de surpresa, como é do conhecimento geral. Sempre que eu me veja em dificuldades para cumprir o meu dever em causa, cabe ao Juiz, através do Tribunal Judicial, a fazer cumprir a lei, sobre os meus direitos reconhecidos; como assim tenho feito, e nem “aviso” é o poder judicial, que me manda para esta “CRUSADA”.

Em ditado popular diz-se o seguinte: O juiz diz não citada sentença de 17-5-1917, Francisco caminha a tua CRUSADA “DIVINA” se alguém tiver a coragem, sejam eles “juízes”, em se atravessar no teu caminho “AVISA-ME”, deixa comigo, que lhes ensino a ler bem o PROTUGUÊS.

N.7

A Carta das Nações Unidas, reconhece duas classes de Estados, Estados políticos, e Estados privados: qual são os Estados políticos? São aqueles cujos representantes, são elegidos através do voto sufragado, por um determinado tempo «eleições» conforme as regras das constituições de cada Estado; mas pergunta-se: e as monarquias? Algumas também hão eleições? As monarquias a onde há eleições são monarquias parlamentares, com a diferença, os Reis não vão a voto, é uma divindade, pertencente ao povo de cada Nação e Estado: Não faz sentido, se um povo tem um respeito especial, pelo o seu Rei, ou Rainha, e haver alheios á sua causa, ditar os seus destinos, o Rei sofre com o seu povo as grave situações, enquanto os políticos, muitos das vezes, ainda se aproveitam-se para caça ao voto.

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